[FP] Leah C. Stewart

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[FP] Leah C. Stewart

Mensagem por Leah H. Gauthier em Qui Jan 02, 2014 9:16 am



Ω  Ficha - Semideus  Ω

Nome Completo do Personagem: Leah Calder Stewart
Nacionalidade & Naturalidade: Austrália, Sidney
Idade e Data de Nascimento: 16 anos, nasceu em 10/12
Sexo: Feminino.
Orientação Sexual: Heterossexual
Características Físicas: Leah possui cabelos longos com um leve ondulado nas pontas, a cor é de um tom de loiro escuro e dourado. Possui a pele bem branca e é bem magra, chegando a odiar algumas vezes o quão magra é. A cor de seus olhos são de um azul claro eletrizante, característico dos filhos de Netuno. A maçã do rosto é bem definida e é algo que a garota mais gosta em si mesma. Apesar de sua personalidade, Leah consegue enganar facilmente alguém com sua cara de "legal e simpática" mesmo que a realidade não seja bem essa.
Características Psicológicas: É do tipo de pessoa que gosta de estar sozinha e de fazer qualquer coisa sozinha e quando isso não é possível sempre prefere grupos pequenos, algumas vezes não sabe demonstrar simpatia ou interesse pelas coisas já que prefere sempre ficar quieta em seu canto. Não é tão mal humorada mas também não é a pessoa mais amigável do mundo devido a certas coisas que aconteceram em sua infância (como nunca ter tido atenção da mãe), na infância era uma criança alegre e após crescer e perceber tudo o que ocorria a sua volta se tornou fria.
Sangue: Romano
Filiação Vanessa Stewart (mãe)
Irmãos ---
Sobre eles:Sua mãe mora na Austrália porém como é uma bióloga marinha quase nunca está em casa e sim viajando pelo mundo para realizar suas pesquisas. Apesar de namorar um a cada lugar que vai não é e nunca foi casada.
Parente Olimpiano: Netuno



Historia do Personagem
.

"Bom, minha história não é grande coisa e não tem muito o que se falar. Minha mãe é uma famosa bióloga marinha na Austrália e passou uma boa parte de sua vida por lá, onde provavelmente conheceu meu misterioso pai, mas isso já é outra história. Quando eu nasci minha mãe já estava em um nível alto em sua carreira e não ia desistir de tudo por uma filha que não planejou, por esse motivo eu sempre fui acostumada a viver e me virar sozinha.

Durante a infância eu era criada praticamente pelos empregados contratados por ela. Eu não conhecia mais ninguém da família, minha vó já tinha morrido e meu vô nunca gostou da minha mãe e por isso eu também nunca cheguei a conhece-lo e minha mãe também nunca pareceu querer saber do resto da família, que pelo visto eram poucos. Então minha família sempre foi os empregados, pelo menos é melhor do que ser criado por um
bando de macacos.

Tudo estava perfeito até meus 8 anos mais ou menos, depois de um ataque a nossa casa na Austrália tudo mudou e eu lembro desse dia perfeitamente bem. Era só mais um dia normal como todos os outros ou pelo menos aparentava ser... depois de praticamente todo o teto da casa ser  destruído, nós todos saímos correndo de lá e alguns dos empregados muito feridos. Apareceram uns bichos estranhos com asas que na época eu não fazia ideia do que era, mas que depois descobri que eram fúrias. Destruíram toda a casa e atiraram vários pedaços da mesma para todo o lado, inclusive eu. Me jogaram tão forte contra os estragos da casa que acabei desmaiando, mas foi graças a isso que as fúrias foram embora pois acharam que eu estava morta e de fato quase morri, fiquei apagada por uns 4 dias.

Depois de toda essa cena minha mãe decidiu me levar junto com ela para algumas de suas viagens, ela sabia que eu estaria mais segura se eu nunca tivesse um endereço fixo, tanto que depois de toda a casa ser destruída ela nem se importou em construir outra, apenas vendeu o terreno, despediu os empregados e me levou para outros lugares com ela. No começo eu tinha dificuldades para dormir por essas imagens da casa sempre virem na minha mente, mas com o tempo digamos que eu fui esquecendo um pouco disso, viver no passado não me levaria a lugar nenhum ainda mais porque eu sempre fui ressentida por nunca ter tido uma mãe de verdade realmente ao meu lado, mas depois de tudo o que aconteceu nós ficamos ainda mais próximas então talvez esse acontecimento não tenha sido assim tão ruim. A única parte que eu detestava eram os breves relacionamentos da minha mãe a cada lugar que a gente ia, eu perdia um pouco da atenção dela mas também aprendi a lidar com isso. Depois de alguns meses ela começou a me preparar para algo que eu não sabia o que era, mas que ela sabia desde o começo que iria acontecer, me contava umas histórias antes de dormir sobre deuses e pessoas diferentes como eu, ela dizia... isso pra mim não fazia sentido mas eu não ia demorar para descobrir."




Chegada ao Acampamento
.

"Desde criança eu tive que aprender a me virar sozinha, ainda mais de um trauma que havia sofrido com monstros quando era bem criança mesmo. Apesar disso, essa memória nunca me incomodou, tive meus dias de distração com a minha mãe durante suas viagens divertidas e descobria coisas que eu considerava incríveis pelo fato de nunca ter visto, sempre fui muito curiosa e fazer descobertas era algo que eu sempre amei. Depois de uns 3 anos que passei acompanhando minha mãe em tudo, infelizmente tivemos que nos separar e eu digo infelizmente porque depois de muito tempo foi nessa época que nós pudemos nos conhecer melhor. Ela sabia que esse dia chegaria e que ela não poderia cuidar de mim para sempre, por isso passou esse tempo me preparando para o que chegaria, me contou sobre mitos, a existência de deuses e que eu fazia parte desse mundo e por isso via o que via. Admito que antes não entendia nada mas isso mudou depois de um tempo.

Eu dividi minha infância toda em três partes: a parte em que minha família eram os empregados e minha melhor amiga a faxineira, a parte que eu começo a me dar bem com a minha mãe e ela finalmente se torna uma mãe de verdade e a parte que eu largo tudo para trás e minha família se torna Lupa. Se isso é uma infância conturbada? Não, imagina... mas no meu caso eu aprendi com o tempo a lidar com as emoções e meu passado.

Agora eu sabia quem eu era e que minha mãe estava mesmo certa, ela não era louca como eu pensava. Meus treinos com a deusa foram de uma certa forma longos, já que eu tinha muito o que entender e compreender e ainda desenvolver minhas habilidades. Passei muito tempo treinando meus reflexos, minha força, minha estratégia e minha sabedoria, o que também é importante para esse novo mundo que eu tinha descoberto. Depois de passar por todas essas etapas, Lupa decidiu que eu estava finalmente pronta, já sabia de tudo o que precisava como a existência de deuses e os filhos do mesmo, que eu fazia parte da categoria "filhos" eu já sabia, só não sabia ainda quem era meu pai e parando para pensar bem eu nunca tive interesse em descobrir, minha mãe dizia que ele tinha ido embora quando eu nasci e que não era para eu voltar a perguntar sobre isso, e como uma boa garota eu apenas obedeci.

Depois de um tempo eu descobri que eu era um sinalizador daqueles bem brilhantes e chamativos para os monstros, dia após dia vinha ocorrendo ataques e eu tinha que chegar até um tal acampamento, porém não tem como um cadáver chegar a lugar nenhum. Eu sempre acabava fugindo porque caso contrário eu perderia muito tempo, uma dessas vezes parei para tentar matar um desses monstros mas como eu nunca tinha lutado com um antes acabei levando uns arranhões porém no fim eu finalmente consegui e matei meu primeiro monstro. Depois disso eu só sabia que precisava de alguns curativos rápido, não ligava muito para a dor mas sim se algo mais grave acontecesse. Pude avistar um tunel não muito distante de mim e logo minha intuição disse que eu estava no lugar certo. Cheguei ao local meio atordoada e com dor de cabeça, mas que passou pouco tempo depois por eu ter recebido os cuidados que precisava e foi aí que descobri quem era meu pai... agora sim está explicado porque sou um sinalizador ambulante. "












Leah Gauthier
seventeen ♥️ daughter of Poseidon ♥️ reaper of Thanatos
thank you, thay.
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Leah H. Gauthier
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