Ficha de Personagem - Leah Donati Rewards

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Ficha de Personagem - Leah Donati Rewards

Mensagem por Harleen Quinnzel em Dom Jan 12, 2014 5:16 pm



Ω  Ficha - Semideus  Ω

Nome Completo do Personagem: Leah Donati Rewards (AGUARDAR MUDANÇA DE NOME PARA HARLEEN QUINNZEL)
Nacionalidade & Naturalidade: Britânica. Londres.
Idade e Data de Nascimento: Dezesseis, 7 de Janeiro.
Sexo: Feminino.
Orientação Sexual: Heterossexual.
Características Físicas: Leah é possuidora de um olhar bastantemente inocente para sua pessoa, que usa ocasionalmente como um disfarce. Tem estatura mediana, com seus 1,65 ou 1,70. Gosta de andar sempre portando alguma de suas adagas, que de vez em quando gosta de usar para jurar morte a algum filho de Hermes, que sempre gostam de irrita-lá roubando seus pertences ou então pelo simples motivo de gostar de fazer isso. Tem seus cabelos encaracolados de uma tonalidade loira, que por sua vez batem na metade de suas costas. Leah tem seu corpo em forma, como a de qualquer outra semi-deusa.
Características Psicológicas: Leah é dita como bipolar e ás vezes insuportável. Ela tem um grande senso de humor sarcástico e troll. Leah parece antipatizar-se com títulos que lhe são dados. Ela tem um grande sentimento de vingança e ás vezes adora irritar alguém. O que Leah mais preza em sua vida é a sua mãe (Penélope) e seus meio-irmãos e o Acampamento Júpiter (a sua verdadeira casa). É emocionalmente instável. É daquelas que não perdem uma festa e adora sempre um cabaré, ás vezes se identificando melhor com os filhos de Baco(Dionísio) e seus irmãos do que qualquer outro semi-deus do Acampamento. Detesta ninfas e as filhas de Vênus(Afrodite) que volta e meia também ameaça que irá cortar o cabelo delas e deixa-las feias. Apesar de ter um temperamento forte e detestar ser contrariada, é uma boa garota.
Sangue:Romano.
Filiação Christopher Rewards(adotivo) e Penélope Donati Rewards
Irmãos Nicholas Rewards(adotivo)
Sobre eles: Seu pai adotivo e seu irmão adotivo foram assassinados ha quase 1 ano. Leah morava com sua mãe e sua vó antes de integrar para o Acampamento Júpiter.
Parentes Olimpianos: Marte(Ares) e Baco(Dionísio).
Descendência: Terceira Geração Olimpiana.




Historia do Personagem
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A garota nasceu em Londres, onde morou e estudou até os seus 15 anos, por causa de problemas financeiros sua mãe e ela tiveram que se mudar para uma periferia em Liverpool. Leah quando era mais nova considerava seu Padrasto como uma espécie de Lobo Mal, nunca ia com a cara do mesmo e adorava vê-lo irritado e fazia de tudo para te-lo neste estado, somente anos depois teve ele como uma espécie de "amigo" e "fortaleza" aonde se poderia contar e se manter firme. Já seu filho Nich, sempre o considerava um irmão, já que nunca tivera um. O repentino assassinato dos dois foi como uma facada em Leah, mesmo que não quisesse demonstrar alguma reação para com isso, sabendo que poderia-se desmoronar. Já com sua mãe e sua vó nunca tiveram um bom relacionamento, sempre tiveram frequentes brigas. Leah nunca gostou de estudar pelo simples motivo de não entender nada que lhe era ensinado, fazendo com que esta xingasse constantemente os professores por puro ódio. Nunca foi uma garota quieta, sempre foi a mais bagunceira da sala, nunca conseguia prestar atenção na aula. Sempre atacando papelzinho nos outros ou arrumando briga em qualquer lugar, arrumava briga até com os garotos, que sempre tinham medo desta. Quando alcançara seus 16 anos sua mãe e a garota voltaram para sua antiga casa, a casa da avó de Leah. Onde a garota bateu o pé falando que não iria mais estudar a partir dali, falho. Conheceu seu "bode/cabrito" melhor amigo, um Fauno que até então é seu protetor. Mãe da garota Pê, é uma semi-deusa filha de Baco(Dionísio), que tivera uma relação com Marte(Ares) e com essa relação nasceu a teimosa Leah.


Chegada ao Acampamento
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Não faço ideia de como é que a criatura entrou. Sei apenas que de tempos em tempos estas coisas tentam matar os semideuses que não se encontram protegidos nos Acampamentos. A ideia de ficar sob o mesmo local que estas criaturas aterra-me de morte. E quando as vejo perco a cabeça. Porque elas são assim, cruéis, mas também não são muito inteligentes; por vezes elas saem dos seus esconderijos e colocam-se à vista dos mortais. Esperam imunidade e autoridade sobre eles, vivendo conosco como se nós fossemos os intrusos e não elas. São desprezíveis, incomparavelmente desprezíveis, simplesmente desprezíveis. Eu estava na sala, confortavelmente deitada no sofá, a ver uma das minhas séries favoritas. Passava das duas da madrugada e o sono parecia a léguas de mim. O meu amigo estava deitado no outro sofá, a dormir. Toda a casa estava silenciosa e apenas o murmurar das vozes na televisão quebravam a monotonia. A luz azulada projetava sombras sinistras nas paredes brancas e, fora eu própria, apenas o meu amigo se mexia, volta e meia contorcendo-se no sofá ou virando-se para outro lado. Mais tarde levá-lo-ia para o quatro, mas naquele momento só conseguia pensar que não queria mesmo nada levantar-me. A certa altura fiquei com vontade de terminar o vinho que tínhamos aberto mais cedo e tive de ceder às vontades do meu corpo para ir buscar. Eu e meu amigo tivemos a nada brilhante ideia de fazer um cineminha em casa, algo que não deu muito certo porque minha vó era muito rabugenta, que ficou várias e várias vezes chamando nossa atenção porque a tv estava muito "alta". Fui à cozinha, pé ante pé para não fazer barulho, luzes do corredor apagadas por preguiça de as acender, logo apalpei a parede da cozinha à procura do interruptor. Como de costume, a luz piscou várias vezes e demorou vários segundos a acender, tempo que levei a abrir o armário, tirar uma taça e enchê-la. Quando a cozinha finalmente ficou iluminada, eu estava encostada à banca, bebendo calmamente e olhando para o vazio como quem pensa em algo importante. Na realidade, estava muito bêbada que nem sequer percebi que o vinho tinha um ligeiro trago a limão. Olhei para a jarro de onde a tinha vertido e suspirei. Era refresco de limão, não vinho. Bebi o que sobrava e lavei o copo. Voltei ao frigorífico e procurei um garrafão ou jarro com água, enchi novamente a taça e fechei a porta. Mas conforme fechava a porta do eletrodoméstico o meu olhar caiu sobre o espaço entre o frigorífico e o armário.

A princípio não me pareceu haver nada de errado, mas acabei por vê-la. Uma sombra escura e horrenda, comprimida no espaço pequeno que lhe era oferecido. Fiquei estática, em estado de choque e sem conseguir reagir quando vi a criatura. E ela também me viu, disso eu tenho certeza absoluta. Negra como a noite, gigantesca e horrivelmente asquerosa, parecia rir de mim. Um riso sádico, cruel. Fiquei com os membros congelados e os músculos paralisados. Não sabia se devia fugir ou ficar quieta para não atrair a sua atenção. Mas as oportunidades não estavam muito a meu favor: do frigorífico, uma folha que estava mal segura caiu, aterrando perto da abertura do espaço onde a criatura estava. E foi aí que o meu terror começou. O monstro, que até então tinha-se limitado a encarar-me com os seus olhos negros e vítreos, troçando de mim e aterrorizando-me, mexeu-se. As pernas compridas e delgadas contorceram-se e distorceram-se de uma forma macabra e sórdida, enquanto o corpo asqueroso e roliço se atrapalhava para acompanhar a corrida. A corrida na minha direção. Ela vinha na minha direção. A taça escorregou-me da mão e estilhaçou-se em dezenas de pedaços no chão, enquanto eu recuava aos tropeções e aos saltos. Solto algo que é uma mistura de um guincho e um grunhido ao bater com as ancas na mesa na cozinha. Ouço uma porta abrir-se ao fundo do corredor, provavelmente a minha vó e meu amigo acordaram com o barulho da taça. Dei por mim em cima da mesa, a respirar sofregamente e com o ritmo cardíaco anormalmente acelerado. A criatura estava agora junto aos estilhaços e a água, onde momentos antes estivera eu. Os passos da minha vó e do meu amigo aproximavam-se.

A criatura tornou a mexer-se, desta vez na direção oposta. Correu para o espaço onde antes estava, contorcendo-se para lá caber. Quando a minha vó apareceu à porta da cozinha, descabelada e ensonada, o monstro já se tinha escondido. - Mas oque é que se passa aqui?- Pergunta minha vó com acidez. Acordei-a e isso nunca é uma boa ideia. Limito-me a apontar para o espaço onde o monstro se escondeu. - O que é que aconteceu aqui? - aproximou-se e espreita. -Não há nada aqui. Que sujeira é esta? - apontou para a taça partida e a poça de água.-Ah, Leah, que bagunça que me fez aqui! Vai buscar um esfregão e limpe isto.- afastou-se, provavelmente dirigindo-se ao quarto, enquanto murmurava impropérios e maldições. Apenas muito tempo depois consegui descer da minha plataforma segura, também conhecida como mesa. Nem sequer limpei a sujeira que tinha feito e saí da cozinha em disparada, trancando a porta. A criatura podia ter autoridade na cozinha, mas jamais teria no resto da casa. Dei de cara com o meu amigo, que encontrava-se com uma cara nada boa. -Leah! arrume suas coisas que iremos partir agora mesmo!- exclamava Dave, meu até então melhor e único amigo. Não entendia, porque partiria? talvez seja o motivo da minha casa estar com uma criatura estranha. Contaria o sucedido à minha mãe que se encontrava em alguma parte da casa. Ela com certeza me daria razão. E não permitiria que aquela criatura dominasse a minha própria casa. - Ahh, porque? - resmunguei, porque teria que ir embora? agora que consegui me firmar em uma escola. Embora só tirasse notas vermelhas e advertências. - Porquê sim, não banque a teimosa agora! - ele me puxava com certa brutalidade, algo que me deixou bastante furiosa fazendo com que eu fizesse mais força para continuar na posição que estava - Não! não irei a lugar algum e não vou deixar minha avó sozinha com aquela espécie de demônio de quinta.- bufava em discórdia, até que em um momento Dave largou meu braço, fazendo com que eu me desequilibrasse e caísse com tudo no chão. - Maldição! - resmunguei em alto e bom som, não entendia o porquê daquela atitude vinda de Dave, sendo que tínhamos minha mãe que podia resolver o caso

Só me lembrava de Dave estar retirando sua calça e seu sapato, seu corpo era meio que de bode ou cabrito, se apresentou pra min com um "Fauno" e logo depois meu corpo foi erguido pelas costas por alguém e jogado violentamente contra o chão, e é claro apaguei imediatamente após isso. Eu só poderia estar muito bêbada mesmo para ver meu melhor amigo se transformar em um cabrito, aquela noite foi louca. Acordei montada na carcaça do bode/cabrito senda chacoalhada por ai, ainda era de noite e estava prestes a protestar até sentir minha cabeça latejando de dor. Estava com a minha blusa completamente encharcada com algo que eu pensei ser suor, até que eu passei minhas mãos e vi que era o meu próprio sangue. Horrorizada comecei a me debater dando chutadas no "Fauno" e gritando o mais alto possível que eu podia, até ser surpreendida pelo fauno que me jogou no chão e me imobilizou, e assim calou minha boca.-Ei! calada! você quer atrair mais monstros? fica quieta, irei lhe levar para a Lupa. - murmurou o Fauno, irritado. Como assim? Lupa? -Mais que porra é essa!- exclamei, quando minha boca ficou livre de sua mão. Fui jogada na carcaça novamente e ignorada completamente, e foi assim que prosseguimos nossa caminhada até um túnel de serviços. Eu até poderia lhe dar uma chutada na cara e sair correndo se não estivesse muito fraca, mal conseguia manter meus olhos abertos. Acordei com uns raios solares batendo fortemente contra meu rosto, gemi de dor ao perceber que minha cabeça ainda latejava, mais ainda sim a dor que senti naquelas noites fora sem dúvida maiores. Estava na cara que eu estava dopada ha alguns dias, eu ainda estava de olhos fechados quando senti uma presença de alguém entrando no recinto, quase como um extinto pulei da cama sentido uma pontada de dor de cabeça. -Calma! calma, calma. Acho melhor você beber algum líquido antes de querer me enfrentar novamente, sabia que você perdeu muito sangue? - Era o antigo Dave de sempre,  algo que me fez de súbito mudar de semblante para algo mais "tranquilo". Até perceber que o local onde eu estava não era o meu quarto, de forma alguma e Dave ainda estava como um cabrito. -Leah, você foi atacada. Escuta! você está segura agora no Acampamento Júpiter. Lupa já está a caminho, só peço um pouco de calma, OK? - não tive outra escolha a não ser concordar, algo dentro de min gritava para que eu continuasse naquele local, me segurando, de alguma forma sabia que aquilo me faria bem.


Poderes dos Legados
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(Vou deixar pendente pois ainda estou indecidida e é melhor para evitar futuras confusões, pretendo enviar por MP)




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Re: Ficha de Personagem - Leah Donati Rewards

Mensagem por Juno em Dom Jan 12, 2014 6:13 pm

Ficha Aprovada, Seja Bem Vinda!
Bela Ficha, Otima Historia e bom divertimento!


run, bitches, because the QUEEN is here.


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