[MOP] Sadie C. M. Speckhart - Por: Éolo

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[MOP] Sadie C. M. Speckhart - Por: Éolo

Mensagem por Éolo em Qua Jan 15, 2014 10:11 am


Alkonost
Éolo, O Senhor dos Ventos

Alguns casos mais estranhos que o normal estão acontecendo nas Colinas de Berkeley. Sadie foi escolhida para investigar o caso atrás dos culpados, alguns semideuses foram feridos com o que se pareciam serem penas, instigada ela parte para as colinas atrás do culpado, nela encontra um semideus sendo atacado por uma Alkonost, salve ele e livre-se do pássaro

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Re: [MOP] Sadie C. M. Speckhart - Por: Éolo

Mensagem por Sadie C. Zwietracht em Ter Jan 21, 2014 8:33 pm


you knew i were trouble...


Uma voz suave e hesitante ecoou em seus ouvidos, quebrando o silêncio do local. Seus olhos se abriram, vasculhando o perímetro, até encontrar uma garota de cabelos loiros e olhos marcantes, trajada com uma armadura completa e um carranca nada agradável. Sadie, que até então jazia deitada em sua cama na Quinta Corte, fitou a desconhecida, não havia curiosidade nem algo do gênero, apenas um leve desprezo misturado à uma pontada de irritação, o legado fechou os olhos novamente, pronta para ignorar a invasora. A voz soou novamente, mais firme e decidida, a morena  rolou na cama, levantando os braços pronta para colocar o travesseiro sobre a cabeça , porém fora impedida por um par de mãos , estas envolveram seus pulsos, segurando-os  firmemente. A princípio, realmente pensou em mandar a desconhecida para o Tártaro, mas log após teria que se explicar perante aos Pretores. Seria trabalho demais, para algo tão insignificante.

- Esta é minha última tentativa, preste atenção garota! - ralhou a romana- Os Pretores requisitam seus serviços. Como foi relato, três campistas foram atacados no perímetro das Colinas de Berkeley, não se sabe o que causou o ataque, mas agora é sua função descobrir e dar um fim à tal ameaça. Entendeu?!

A morena contorceu seus lábios em uma linha reta, num arquear de sobrancelha e um olhar de puro desdém, com um simples movimento giratório com os pulsos para o lado, se viu livre do aperto. Sem pressa alguma, levantou-se de seu lugar de repouso e passos lentos- ignorando totalmente a presença indesejada- partiu em direção a porta, nada foi dito, o silêncio preenchia novamente o cômodo. A outra rapariga que permanecia intacta, pareceu levar um choque, pois com um pulo partiu atrás da garota que a essa altura já deixara a Corte.  

- Onde está indo? - gritou a loira.- Que tipo de romana você é?

Speckhart tinhas as feições calmas, um olhar tanto avoado e uma postura relaxada. Sem ao menos voltar o olhar para a outra, disse por cima do ombro:

- Aparente, sou julgada errôneamente como surda, pois não há outra explicação para uma pessoa dizer-me a mesma coisa repetidamente.- não havia emoção em sua voz, era apenas um simples comentário, mas que aos olhos da outra era carregado de sarcasmo.- Estou indo cumprir ordens, ou não lembras mais da mensagem? Respondendo à sua ultima pergunta, não que eu lhe deva uma explicação, não sou uma romana comum.

Os rumores corriam como uma praga por Nova Roma, não tardara e todos os habitantes já sabiam sobre os ataques. Não fora diíficil encontrar as vítimas. Se Sadie teria enfrentar o desconhecido, era uma boa ideia, uma boa ideia não, uma coisa obvia se fazer, questionar as vítimas, para ter no mínimo uma noção do que lhe arguardava. A vítima mais recente, era uma mulher de longos cabelos ruivos, por ter sido atacada na noite anterior, ela ainda estava na enfermaria. No princípio, os médicos vetaram a entrada da menina, esta então se viu obrigada a contar que estava à mando dos Pretores. Alguns semideuses desejam acima de tudo serem heróis, a morena já foi assim um dia, mas hoje tudo o que deseja é passar despercebida.

- Descupe incomoda-la, Sra. Lancaster.- ela pedira o nome aos médicos- Estou aqui para uma pequena conversa, não irei demorar-me, apenas peço que seja o mais especifica possível. O que lhe atacou?

A mulher que tinha o braço enfaixado, um olho roxo e alguns cortes no rosto, resmungou irritadiça. Sadie tentava ser o mais educada possível, seu pai lhe ensinara isso, a garota se via entediada perante ao relato da mulher, sua mente voava para longe, para todos os lugares exceto o que estava, quando se é um semideus, manter o foco e permanecer parado se torna um grande desafio. Por fim, depois de muitos minutos de longa enrolação, a senhora falara algo com consistencia. Um grande vulto colorido, uma voz fina que parecia rir, o ataque viera do nada, ao tentar se defender, grandes penas rasgaram sua pele e ficaram presas em seus cabelos. Acorda horas depois no mesmo lugar, sozinha e machucada.

A segunda vítima era uma criança, um menino de não mais que doze anos, ele estava em casa e os grandes arranhões ainda visiveis apesar de todo o cuidado da preocupada mãe. Felizmente, esse ‘interrogatório’ fora mais rápido. Porém, tampouco, realista. Uma grande fênix, ele dissera, suas penas eram coloridas e quando tentou chegar mais perto para enxerga-la, a ave partira para cima de si. Suas garras eram pretas, ele contou, a grande e maravilhosa fênix tinha uma voz legal, palavras do garoto.

“O que temos até agora? Um ava colorida, uma fênix com garras pretas, uma voz feminina e ataque com penas. Uma ave endiabrada, um ótimo passatempo para uma sexta-feira a tarde. Hunf. Quem estou enganando? Dormir é um ótimo passatempo, Hipnos e eu já temos um relacionamente sério, francamente, não tinha ninguém mais para matar essa galinha?”

A caminho da ultima vítima, um veterano- veterano com V maiuscúlo- da Legião, ela arrastava os pés lentamente pelas estradas de Nova Roma, os Lares sempre simpáticos lançavam-lhe olhares nada amigáveis, havia também os costumeiros Faunos que por ali vagavam, mendigando algumas moedas.

O senhor estava prester a entrar na Casa de Banho quando a menina  o abordou, as perguntas foram as mesmas, nada de diferente. O senhor calmamente falou oque sabia, os minimos detalhes foram descritos, o que ajudou bastante, mas até certo momento não havia de novo. Foi no final que algo mudou.

- A ave tinha rosto de mulher.

Aquilo despertou o interrese na morena, que até então ficara batucando os dedos no braço distraidamente. Perguntou  novamente ao senhor e eles apenas confirmou, o monstro tinha rosto de mulher.

Suspirou brevemente, enquanto dava mais um passo, antes de finalmente chegar ao topo da colina de Berkeley, onde os ataques aconteciam. O sol daquela tarde, escondido nas nuvens alvas, ainda conseguia iluminar fracamente o lugar. A grama mais verde, assim como as folhas das árvores e tudo o que por ali estava, parecia ter um brilho especial.

Aquele lugar era um de seus locais favoritos no acampamento. Sozinha ali, ela podia ouvir o som que o vento fazia quando batia no cume das árvores mais altas. Também, era um dos únicos lugares livre de semideuse, pois raramente alguém chegava tão perto da fronteira a excessão dos patrulheiros. Fechou os olhos e respirou fundo, inalando o ar puro de enquanto podia... Não tardou e a garota remexia no anel de ouro em seu dedo, seus olhos buscavam por qualquer anomalia, mas não havia um rastro sequer, tudo estava calmo.

Um grito foi ouvido.

Sadie não pensou duas vezes, seus instintos afloravam e seus reflexos se preparam para a batalha. Ela seguiu a voz até um desnível que havia, de onde estava antes aquele lugar passara despercebido, mas agora era possível enxerga-lo com perfeição. Havia uma garota, ela que gritaria, ela balança um arco de um lado para o outro parecendo espantar algo, em suas vestes penas multicoloridas estavam presas e já era possível enxergar o sangue.

Eu não sei de onde veio ou como veio, mas lá estava ela. Uma criatura que brilhava ao sol, agora era possível entender o por que do garotinho te-la confundido com uma fênix, a criatura tinha as penas que continham todas as cores do arco-íris, uma voz suave preencheu o ambiente, uma canção de ninar? A morena não tinha tempo para decifrar a cantiga, pois a ave dera uma grande rasante e voltava para atacar a garota mais uma vez. Enquanto suas pernas se movimentavam, impulsionando seu corpo para frente, ela retirou o anel de ouro de seu dedo e o jogou-o para o alto, o anel girou três vezes  no ar para então se metaformear em uma lança. Insanis emitiu sua costumeira aura de insanidade, seus dedos fecharem em volta de seu cabo e ela continuou a movimentar-se. A ave para rápida, mas ela também, seu corpo chocou-se contra o da pequena garota, derrubando-a no chão, impedindo assim que fosse atingida pelo ser alado. Porém, ao defender a garota, sua costas ficaram desprotegidas, e assim, as garras facilmente arranharam sua pele, abrindo feios cortes. A dor foi instantanea, mas ela podia recuar, a ave ganhou altura novamente e com grunhido a morena ficou de pé, puxando consigo a loira.

- Corra, eu cuido disso.

A menina não pensou duas vezes e partiu em direção a cidade. A criatura de penas belissímas não interferiu, porque agora, sua atenção estava voltada para aquela estranha menina que mantinha seus olhos fixos em seu ser. Ela a fitava, enquanto Sadie examinava as probabilidades daquele ser seu passaporte para fora do acampamento e, talvez, para o mundo inferior. O líquido quente e rubro escorria por suas costas, mas sabia que se demonstrasse fraqueza o monstro teria a vantagem.

- O que é você?- perguntou a menina.

A ave empoleirou-se na copa de uma das árvores, fitando o legado de cima, com uma voz doce e bela, falou:

- Criança tola, não se fazem mais romanos como antigamente! Ah, esses sim sabiam de meu grande poder, pois olhe agora. Essa mortal sequer reconhece-me.- a morena revirou os olhos- Sou uma Alkonost, chamo-me Aktina.

“Aktina?Que porcaria de nome é esse?”

- Certo, minhas desculpas.- o legado mantinha as costas eretas, apesar da dor- Agora, minha querida, eu fui mandada aqui para mata-la. Porém, jamais o faria sem ouvir a sua versão. Agora diga-me o porque dos ataques.

Aktina abriu as assas, um gesto que demonstra poder.

- Não preciso de motivo, apenas o fiz!  Agora é a sua vez de ser atacada.

Sadie jogou-se para o lado no ultimo instante, as garras da criatura passaram mais uma vez perto de seu corpo, o corte nas costas já ardia e latejava ela não precisava de mais um. Speckhart não teve tempo para se recuperar, o monstro já se preparava mais uma vez para o ataque, seu rosto feminino estava recontorcido em uma carranca enquanto as poderosas assas se fechavam, assim ganhando velocidade. A morena se arrumou do melhor jeito que pode, os pés separados e os joelhos levemente, bem levemente, flexionados.

O legado estava uma clara desvantagem, isso a deixa irriquieta, pois estava armada com apenas a lança. Se lançase a mesma contra o monstro, ficaria desarmada, além de que, o lançamento teria que ser perfeito e, por mais que doesse admitir, sua mira não era boa o suficiente para acertar a ave em pleno voo.

A distância estava cada vez menor, em vez de recuar, a jovem permaneceu firme. Aktina que tinha as garras prontas para estraçalhar seu peito, se viu bloqueada pela lança que interceptou seu caminho, arrancando algumas de suas penas no peito. Com um grasnido ela tentou recuar, mas pelo choque momentaneo se atrabalho, o que abriu uma brecha para a garota desferir um soco contra sua face. O ser alado bateu as assas fortemente, voando em circulos em volta a garota, seus olhos iam da lança para a menina e assim novamente.

- Que tipo de arco é esse?

A pergunta pegou a morena de surpresa. Tanto que ela olhou para a arma, qua agora exalava uma aura com mais intensidade, certa vez seu pai lhe dissera que a lança era capaz de confundir o adversário, então era esse o seu poder… A ideia surgiu rapidamente, se o monstro via aquilo como um arco, ela poderia usar tal fator a seu favor. Finjindo puxar um cordel, ela mirou na ave, que logo começou a movimentar-se mais rápido. Aktina deu uma virada brusca para a direita, uma flecha imaginária? Sadie continuou com a artimanha fazendo assim a ave voar em zigue zague, criando manobras estranhas, mas isso não durou muito, pois a mulher pássaro logo perdeu o medo e com um rasamente por cima da cabeça da menina, liberou uma saraivada de penas. Os projéteis era muitos, não havia como desviar de todos, então do melhor jeito que pode encolheu-se visando proteger a cabeça. As penas era como agulhas entrando em sua pele, fazendo-a ranger os dentes.

- Hahaha. Isso sempre funciona.

A ave ria feliz, achando que conseguira acabar com a garota, estava tão confiante de si, que posou em solo. A morena continuou agachada como estava, sem movimentar-se, então a cerca de dois metros ela ergue-se bruscamente, a ave recuou, mas cometeu o erro de fixar seus olhos nos da menina.

O poder fora herdado de seu pai, que por vez, herdou de sua mãe. Os azuis perderam a cor, ganhando em seguida uma coloração verde neon. A alkonost recuou tropega, suas assas batiam agitadas, demorou um pouco, mas a ave saiu do chão. A morena retirou algumas das penas do corpo, o sangue verteu dos cortes e suas costas clamavam para serem cuidadas, dolorida ela apoiou-se na lança.

- Ah! O que? - o monstro soava confuso, seu olhar estava avoado e ela parecia não saber direito o que fazer.

Mesmo estando nessa condição, o monstro tentou uma ultima investida, nada que fosse difícil de desviar. Sadie esperou até o momento certo e simplesmente pulou para o lado, quando a ave parou e começou a voltar, o legado balançou a lança, movendo a mão e o pé opostos ao que seguravam a arma para frente, então soltando a lança.

Os metros afrente foram cortados facilmente, a humanoide foi atingida no peito e com uma explosão de pó, ela voltou para o Tartáro. No seu lugar restara apenas Insanis e um punhado de penas coloridas. Com metade do corpo latejante, a garota recolheu às penas e a arma, que voltou a ser um anel. A passos lentos ela deixou a colina, partindo em direção à Nova Roma.

OBS:
A missão ficou uma porcaria, eu sei. '-' Nesses ultimos dias não tive um pingo de criatividade, então fiz a missão de última hora e ficou essa coisa, peço desculpas, mas espero que compreenda. A batalha não foi lá grande coisa, mas eu tentei. Mata eu não.

Poderes e armas:
lvl 1-Olhos Insanos
O olhar do Legado fica verde neon e deixa aqueles que o encaram confusos por duas rodadas. Pode ser usado uma vez a cada três rodadas.

Insanis- Uma lança com cabo de material preto, onde inscrições desconhecidas e desenhos sem nexo estão gravados em prateado, sua ponta é feita de ouro imperial. Uma aura verde alaranjada cerca a mesma, uma aura de pura loucura, que deixa o inimigo sem saber com que arma está de fato lidando. Possui a mesma altura que o legado, se transformando em um anel de ouro.


...so shame on you now

esse é meu post de número {00}. o tempo está {chuvoso}, e estou usando {isso}, estou falando com {alguém/sozinha}. estou postando {lugar}. e agradeço a lari ❥ por esse template.
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Re: [MOP] Sadie C. M. Speckhart - Por: Éolo

Mensagem por Éolo em Seg Jan 27, 2014 10:46 pm

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10x - Penas de Alkonost, leves como penas mas quando arremessadas cortam como adagas
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Re: [MOP] Sadie C. M. Speckhart - Por: Éolo

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