Ficha - Giulietta C. Tolomei

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Ficha - Giulietta C. Tolomei

Mensagem por Giulietta C. Tolomei em Qui Jan 16, 2014 5:37 pm



Ω Ficha - Semideus Ω

Nome Completo do Personagem: Giulietta Capuleto Tolomei
Nacionalidade & Naturalidade: Verona, Itália
Idade e Data de Nascimento: 16, 04/10/1997
Sexo: Feminino.
Orientação Sexual: Heterossexual
Características Físicas: Baixa estatura (1,53m), olhos castanhos e cabelos castanhos avermelhados.
Características Psicológicas: Simpática, misteriosa e boa ouvinte.
Sangue: Grego.
Filiação Theodor Tolomei e Carmélia Capuleto.
Sobre eles: Eles estão vivos, até onde sei. Agora estão morando em Manhattan, mas estão passando férias em Verona.
Parente Olimpiano: Hécate.



Historia do Personagem
.

Meu nome é Giulietta, e eu tenho 16 anos. Sim, eu tenho o nome de uma das almas gêmeas da tragédia de Shakespeare. Meus pais são obcecados por ele, e posso afirmar a vocês que também fui influenciada a ser uma shakespeariana das boas. O primeiro livro que li foi Romeu e Julieta. Nasci e cresci em Verona, falando fluentemente o italiano. Mas, aos 7 anos, meus pais resolveram se mudar para Manhattan. Sempre me dei muito bem com eles, acho que pelo fato de ser filha única.
Não sou filha de Carmélia, mas ela fez questão de dar-me seu sobrenome. Meu pai casou-se com ela quando eu tinha apenas 2 anos de idade, desde então, ela me tratou como se eu tivesse realmente saído de dentro dela, e eu devo muito a ela por isso.
Já papai, bem...ele trabalha muito desde que chegou em Manhattan. E isso me afastou dele o bastante para eu não contar todas as perseguições que haviam acontecendo. No começo, eu achava que era alguma brincadeira boboca dos garotos da escola, porém, depois começou a ficar estranho, e até monótono. As coisas que me perseguiam eram...estranhas. Faziam barulhos de rastejar e até rosnados, mas eu sempre via silhueta de pessoas ao olhar para essas coisas. Eu não queria contar para Carmélia o que andava acontecendo, pois ela iria chamar a polícia, e eu já fiz muitos estragos nas escolas a ponto da polícia ter ido parar lá. Não. Nada de polícias envolvidas nisso, por favor. E meu pai...ele não tem tempo pra isso.
Durante muito tempo eu convivi com isso.


Chegada ao Acampamento
.

Até que um belo dia, a escola resolveu fazer um passeio para uma colina, bem perto de onde eu estudava. Juntei coisas na minha mochila como repelente para mosquitos, água e alguns biscoitos. Papai não estava em casa para se despedir de mim, então, apenas dei um beijo na testa de Carmélia e sai para pegar o ônibus da escola.
Chegando lá, encontrei perto do hall de entrada meu melhor e único amigo, Tomás. Gosto de chamá-lo de Tom.
- Olá, princesa. Como foi a noite? - suspiro.
- Conturbada. E a sua?
- Bem dormida. Vamos andar muito hoje, devia ter descansado.
- Mi dispiace, amico. Eu aguento o rojão. - sorri pra ele, mostrando simpatia.
Durante a viagem de ida os garotos da minha turma ficaram me zonando e atirando resto de seus sanduíches de creme de amendoim com geléia em meu cabelo que tinha sido acabado de escovar. Querendo ou não, eu aprendi a ser vaidosa como Carmélia. Essa atitude deles é normal, mas eu já estava ficando irritada.
- E ai, irritadinha? Pronta para levar algumas picadas? - soltou Theo, o garoto mais irritante da minha turma. Olhei pra ele e sorri.
- Estou ansiosa para vê-lo morrer de picadas de abelhas, buster. - o ônibus riu e eu voltei a me sentar.
O lugar que fomos visitar não tinha nada além de árvores e plantações sem graça. Tínhamos ido lá para uma aula de campo de Geografia, matéria que nada me agrada.
Andamos, andamos, andamos, até minha respiração ficar desacelerada, e eu não conseguir prestar mais atenção em nada do que o professor falava. Me apoiei em uma árvore próxima e Tom parou ao meu lado.
- Você ta bem, Giu?
- To sim - afirmei com a cabeça. - Só estou um pouco cansada, faccia. Não se preocupe.
- Você tem que parar com essa mania de falar italiano no meio do inglês. - ele revira os olhos e eu dou risada.
- Scusate, mas sabe que não consigo.
- Posso conviver com isso, signora.
- Viu? Já sabe até falar alguma coisa! - nós rimos.
Enquanto estávamos parados, escutamos o barulho de algo grande vindo atrás de nós. Olhei para trás e vi a sombra de algo que não era grande, era ENORME. O grupo que acompanhávamos já estava muito longe, e acho que ninguém estava vendo ou ouvindo. Olhei para Tom e ele estava com os olhos arregalados.
- Giu...corra. - ele disse lentamente, me puxando pelo braço direito.
Eu não entendi o porquê de estarmos correndo, mas apenas o segui. Tom ia em direção a colina que estava perto.
- Hey, faccia, por que estamos correndo? - perguntei, arfando de cansaço.
- Não fale! Apenas corra! - enquanto corríamos, a coisa acelerou o passo. - Ah, merda! Essas pernas não ajudam! - ele berrou, e começou a tirar as calças. Parei imediatamente de correr.
- Tom! Sei pazzo? - gritei e fechei os olhos.
- Será que dá pra falar na minha lingua?
- Eu perguntei se está ficando louco! Pare de tirar as calças!
- Estou fazendo isso para sua proteção. Apenas corra, Giulietta, corra!
Quando olhei para suas pernas, não eram exatamente...pernas. Tinham se transformado em um par de pernas de...
- Você é um capretto?
- Seja lá o que tenha dito, eu não sou. Eu sou um sátiro. Agora, sem mais perguntas, apenas corra.
Corremos, e corremos, e parecia que nunca íamos chegar. A coisa estava ficando cada vez mais perto, e eu não sabia para onde estava correndo. Eu estava com medo. Pela segunda vez na minha vida.
E esse sentimento me lembrava a minha ida a delegacia, o meu pai me gritando, Carmélia chorando. Essas lembranças passaram diante dos meus olhos.
Eu não podia parar de correr agora. O que quer que fosse, essa coisa queria me pegar. E eu não queria ser pega por isso.
A coisa chegou mais perto, tão perto a ponto de eu ver o que realmente aquilo era. Era um gigante. Com grandes mãos, grandes olhos, grandes tudo. E ele estava determinado a me pegar. Corria em minha direção, derrubando tudo a sua frente. Árvores, cercas, arames...tudo. Nada o impedia.
Enquanto chegávamos ao topo da colina, peguei um pedaço grande de madeira e joguei contra a coisa. Ele parou, balançou a cabeça, e começou a correr mais rápido ao meu encontro. Entrei em pânico e voltei a correr.
- Giulietta, você tá maluca???? Quer nos matar, é isso??
- Pensei que fosse atrasá-lo!
- Pensou errado! Vamos logo! Estamos perto.
Continuamos a correr. Já no topo, o gigante lançou sua grande mão em minha direção. Eu tombei e bati a cabeça no chão. Levei minha mão até a parte de trás do meu cabelo, onde doía, e ao perceber, eu estavas sangrando. Minha cabeça girava, e minha visão estava turva. Senti as mãos de Tom me envolverem, me arrastando. Olhei para cima e a última visão que tive foi de passar por uma espécie de arco com os dizeres ''Acampamento Meio Sangue'' em grego, e o gigante, uivando de raiva, bem longe da entrada. Depois disso, apaguei.



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Re: Ficha - Giulietta C. Tolomei

Mensagem por Juno em Qui Jan 16, 2014 5:58 pm

Ficha Aprovada, Seja Bem Vindo!


run, bitches, because the QUEEN is here.


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