Ficha de Natalia Campbell

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Ficha de Natalia Campbell

Mensagem por Natalia Campbell em Sex Jan 17, 2014 6:31 am



Ω  Ficha - Semideus  Ω

Nome Completo do Personagem: Natalia Campbell.
Nacionalidade & Naturalidade: Britânica.
Idade e Data de Nascimento: 18 anos (27/07/1995).
Sexo: Feminino.
Orientação Sexual: Bissexual.
Características Físicas: Cabelos ondulados louro escuro, olhos que variam do verde para o castanho claro dependendo da luminosidade local, nariz fininho, rosto com traços perfeitos, corpo com curvas bem delineadas.
Características Psicológicas: Alegre, espevitada, hiperativa, sorridente, vaidosa, carinhosa, carismática, brincalhona, ansiosa, nervosa, sensível, do tipo que não gosta de levar a vida tão a serio, apaixonada pelos amigos, adora curtir e não é nada caseira.
Sangue: Grego.
Filiação Michel Campbell (pai), Alisa Grogan Campbell (madrasta)
Irmãos Connor e Lisie Grogan Campbell.
Sobre eles: Vivos, apesar de Connor está definhando por causa do câncer. Moram na Inglaterra.
Parente Olimpiano: Afrodite.



Historia do Personagem
.

Sempre fui a garota mais popular da escola. Era muito patricinha e às vezes muito fútil também, Mais apesar de ter um mundo de cristal construído pelo meu pai e pela sua esposa que me amava como uma filha, diversas vezes me aconteceram coisas, digamos, “estranhas” do estilo, assaltantes que soltavam gritos agudos, atendentes que me perseguiram por 2 quarteirões e velhinhas me puxando pelo braço com uma força inimaginável para que eu experimentasse seus docinhos. Porem, nessas horas entrava em ação um amigo, que eu tive desde que fiz 16 anos (quando essas confusões começaram a aumentar), o Travis. Ele era musculoso, moreno e bonito, mais nunca reparou na quedinha que eu sentia por ele, o me faz não entender por que ele não me largava nem dentro de casa.
Porem, algo fez mudar completamente o meu modo de ser. Me fez crescer. Certo dia, Travis me acompanhava no trajeto de volta pra casa, que fazíamos após a escola. Ele estava particularmente serio e incomodado, minhas tentativas de perguntar o que ele tinha foram inúteis, ele só dizia que “já chega! Seu pai terá que lhe contar tudo hoje” eu achei que ele estava pirando, e decidi não mais perguntar. Quando chegamos em casa, até esqueci o humor de Travis, Alisa chorava loucamente, enquanto meu pai a consolava. Perguntei o que foi e meu pai disse “Lembra que seu irmão estava doente... Pois é, ele terá que ficar internado” quando eu tive a péssima ideia de perguntar em qual hospital, ele respondeu após uma longa pausa “No hospital oncológico da cidade”.
Depois disso meu mundo caiu, e foi no primeiro dia que eu entrei naquele hospital de paredes altas, no setor de pediatria particularmente enfeitado e colorido (o que, em minha opinião, não dava a ele um ar alegre), cheio de criancinhas carecas e pus os pés no quarto 305, onde meu irmão de três anos que costumava ser a alegria da casa, a pessoa que eu mais amava e era capaz de dar a vida, estava se preparando para a primeira sessão de quimioterapia, que eu soube o que era a vida... Que eu aprendi a ser mulher! Depois disso, tudo mudou: Minhas preocupações eram só meu irmão, Alisa não tinha mais tempo de ficar em casa o que implicava dizer que eu não podia sair pois tinha a casa e minha irmãzinha Lisie de 8 meses para cuidar. 1 ano e meio se passou, Lisie não sabia ao certo quem chamar de mãe (apesar de eu ensinar-lhe a me chamar de Natalia), terminei o ensino médio, e Travis pareceu esquecer o que quer que meu pai tivesse de me contar. Foi no dia que eu falei que estava em duvida sobre qual faculdade escolher que Travis deu um salto do sofá e falou pro meu pai:
- Ah não! Agora ou você diz, ou eu digo... Tenho outras coisas a fazer!
- Filha – disse meu pai virando em minha direção – Arrume suas malas. Precisa ir ao aeroporto com Travis.



Chegada ao Acampamento
.

Depois daquela exaustiva conversa com meu pai sobre ele ter tido um caso de amor com adeusa Afrodite e daí eu nasci, e principalmente, depois da TERRIVEL descoberta que o garoto pelo qual eu tinha uma queda, tinha pernas de carneiro... ovelha... ou qualquer coisa do tipo a minha cabeça rodou tanto, que tonta daquele jeito eu só podia mesmo ter dormido toda a viagem. Não era culpa minha, apesar de eu ter entreaberto os olhos, após sabe-se lá quantas horas dormindo, e ter percebido que Travis parecia está ainda mais zangado que quando eu falei em faculdade, nem liguei, também estava zangada com ele... Garoto ovelha, hunf! Percebi que estávamos em um carro ao invés do avião que entrei, mais estava confusa demais para pensar em qualquer coisa então fechei os olhos novamente, e fiquei pensando em como tudo aquilo era louco... Era bom a minha mãe não ter morrido como eu pensei, mais era estranho saber que ela não morreria nunca. Eu tentei pensar nas lendas que conhecia sobre Afrodite, mais decidi parar antes que desmaiasse de novo, e foi pensando em como ela deveria ser que entendi por que às vezes eu ia de noite até a sala e pegava meu pai chorando escondido, e a única coisa que ele fazia ao me ver era colocar as mão em meu rosto e dizer “como você está ficando parecida com ela”. Eu sabia que ele falava de mamãe, mais não que essa era quem é! Um solavanco e o carro parou. Abri os olhos e vi que estávamos diante de uma colina com um pinheiro.
– Já, Bela Adormecida? – perguntou Travis carneiro.
- Já garoto ovelha! Como eu vim parar aqui se entrei em um avião? – perguntei enquanto descia do carro.
- Eu te carreguei é claro... A contra gosto, só as malas já estavam pesadas o bastante! - ele piscou o que me fez desviar os olhos para suas pernas peludas, e desviar novamente toda arrepiada.
Assim que nos dois descemos, fomos interrompidas por um som abafado, era como pegadas... Vindas de um megafone. Virei e vi o maior cara que já tinha visto na vida vindo do lado oposto de onde vinhamos no carro... Mais a altura não era o mais arrepiante nele, o que quase me fez cair, foi ver que lá no alto de sua cabeçona tinha apenas um olho. Se é que há uma hora certa para imprevistos tão ruins, aquele gigante mega estranho chegou em uma dessas, já que eu não sabia exatamente o que falar depois da piscada do garoto com traseiro de ovelha, o ruim é que ele vinha em minha direção e não me parecia exatamente feliz. Virei pra Travis, e pela primeira vez ele não parecia estar prestes a me defender, a expressão de pavor estava estampada em seu rosto, enquanto ele balbuciava algo como “oh céus... por que ciclope?” e em menos de um segundo ele pareceu sair do transe em que estava e gritou “CORRE!” levantei a cabeça a tempo de ver um bastão enorme sendo levantado acima de mim, mergulhei no chão o mais longe que pude e sem parar pra pensar no que estava fazendo corri (toda coberta de terra e um pouco de ardor pelo corpo) e fiquei atrás da primeira arvore que vi (que não era nada longe). Mais pra minha surpresa o bicho, monstro, criatura, ou o que quer que fosse aquilo, não veio em minha direção, foi atrás de Travis que estava com uma espada em mãos (não sei de onde tirou) enquanto dizia “Quer Bode! Quer bode!”
- Da onde você tirou essa espada? – gritei
- Ora! – Travis pareceu esquecer o “bicho” na direção dele e virou na minha direção enquanto eu saía do meu esconderijo inútil – é de bronze celestial, um amigo me deu antes de morrer e eu aposentei meu porrete... Nunca gostei muito daquilo, por que, qual o preconceito que... – Travis foi interrompido por uma mão gigante que o tirou do chão e fez sua espada cair antes que eu pudesse dizer que não entendia bulhufas do que ele falava. O bastão do “bicho” estava no chão, ele sorria mostrando dentes ridículos (provavelmente nunca escovou) e parecia querer colocar seu almoço vivo dentro da boca.
- Ei Você! Está bom de procurar um dentista! – Gritei.
- Hã? – O “bicho” olhou para os lados confuso.
Foi o segundo que eu precisava. Corri até a espada de Travis que estava atrás do “bicho” enquanto a mão gigante que estava vazia batia no chão bem onde eu estava anteriormente. Peguei a espada que reluzia de forma estranha. O “bicho” olhou para os lados confuso, intrigado com o meu sumiço... Ainda bem que além de devagar ele era burro como uma porta. A espada era pesada, não sabia o que fazer, e um corte me parecia inútil naquele grandalhão. Não tive escolha, levantei a espada e com toda a força que eu tinha finquei na perna daquela “criatura” grande. Fechei os olhos e não parei de empurrar, quando abri novamente, a espada tinha atravessado sua perna de um lado pro outro. Puxei-a de volta, ele gritou, e foi a coisa mais horrível e alta que já ouvi na vida... Ele me olhou, mais antes de ver sua expressão vi que sua perna ficava meio estranha. Ele começou a descer sua mão em minha direção enquanto sua perna se deformava, cravei a espada de novo em um ponto mais alto de sua perna, assim que atravessou percebi que aquele pernão se desfazia em alguma coisa... Seria areia? Não tive tempo pra pensar nisso e BUM uma chuva de poeira bem de onde o “bicho” estava caiu em minha direção, ao mesmo tempo em que Travis caía do alto. Tirei poeira dos olhos enquanto tossia, e tentei olhar Travis que eu pensava estar morto, mais ele estava se levantando, todo ralado e cheio de arranhões. Não parecia lá muito bem, ajudei-o a levantar e perguntei:
- Onde estamos?
- Acampamento meio sangue. Mais pra você, assim como é pra mim, ele terá outro nome: Lar.




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Re: Ficha de Natalia Campbell

Mensagem por Afrodite em Sex Jan 17, 2014 7:10 am




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