[FP] Abbey McCready Fontaine

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[FP] Abbey McCready Fontaine

Mensagem por Abbey McCready Fontaine em Qui Dez 19, 2013 10:58 am



Ω  Ficha - Semideus  Ω

Nome Completo do Personagem: Abigail Marie McCready Fontaine
Nacionalidade & Naturalidade: Nasceu em Tulsa, Oklahoma, mas foi criada em Los Angeles, Califórnia.
Idade e Data de Nascimento: 31 de outubro de 1999 (14 anos)
Sexo: Feminino.
Orientação Sexual: Bissexual.
Características Físicas: Possui longos fios loiros que sempre estão soltos, olhos cinzentos tão brilhantes quanto a água do mar reluzida a luz da lua. É magra, possui um corpo escultural. Tem a pele imaculadamente branca quanto porcelana, lábios carnudos e vermelhos. É muito bonita, sabe disso e as vezes usa isso para ter o que quer.
Tem a postura régia e séria como a de uma caçadora.
Características Psicológicas: Maliciosa, perversa e meio louca, tem sempre um típico sorriso cínico e um olhar maldoso em seu rosto. Por fora, é totalmente fria, egoísta, e rebelde, mas por dentro, é apenas uma menina inocente que quer apenas ser amada. É muito calada e solitária, o que pode ser efeito da perda de seus pais adotivos. Apesar de tudo, é muito fiel e corajosa, podendo abrir mão da própria vida para salvar aqueles que ama. É compulsiva por livros e lê até andando, passa noites e noites em claro lendo.
Sangue: Grego.
Filiação: Amélia Kristen McCready e Gregory Tiago Fontaine (Pais adotivos)
Irmãos: Tinha um irmão adotivo, Lucca e uma irmã gêmea, Santanna.
Sobre eles: Mortos
Parente Olimpiano: Atena.



Historia do Personagem
.

Abigail Marie McCready Fontaine nasceu dia 31 de Outubro de 1997, em Tulsa, Oklahoma. Algumas pessoas à consideravam uma criança amaldiçoada ou bruxa, pois nasceu no dia do Halloween. Nunca conheceu os pais biológicos, e esse sempre foi um dos maiores desejos da menina.
Sempre fora uma criança alegre, espontânea e muito propensa a fazer coisas loucas e irracionais, principalmente quando se juntava ao seu irmão adotivo, Lucca e sua irmã gêmea. Aos 4 anos de idade, a menina entrou para uma companhia de dança, e aos 6 anos, aprendeu a cantar também. Com 7 anos, começou a participar de aulas de teatro e aos 9, estreou seu primeiro filme musical e o segundo filme da série aos 10 anos de idade. Com 11 anos de idade, Abbey lançou seu primeiro CD. A menina estava feliz e famosa, porém, o falecimento de seus pais e seu irmão provocou tanto desgosto na menina que ela parou de atuar, dançar e cantar profissionalmente.
Abbey e Santanna foram mandadas para morar com sua tia, Katherine Duchannes, em New York, porém poucos dias depois, começaram a ser atacadas por monstros.


Chegada ao Acampamento
.

Há quem diga que histórias como esta são apenas histórias contadas às crianças que almejam uma grande aventura.
Quem dera a protagonista desta série de desventuras que aqui serão narradas fosse apenas mais uma criança assim.
Acontece que nem sempre as coisas são como queremos que elas sejam. Ainda mais quando envolvem uma professora de álgebra com extinto assassino, uma secretária (com um uniforme de matar, devo acrescentar) pirada e uma diretora maligna.
Mas vamos do começo, ou tudo isto será ainda mais confuso.
Tudo começou em um dia nublado de outono, em Santorini. David Duchannes estava como de costume, sentada sobre as rochas, ouvindo o som do mar quebrando na praia, olhando a imensidão azul, com um bloquinho de anotações em uma mão e uma caneta roída em outra, tentando colocar no papel tudo aquilo que sua mente atulhada de ideias lhe dizia, ou ao menos tentava dizer.
Mas não foi as ondas ferozes, tampouco a melancolia daquele dia que encantaram o jovem aspirante a jornalista.
Silenciosamente, uma jovem bela, esguia, pálida, com olhos tão cinzentos quanto o céu acima de suas cabeças, e cabelos cacheados voando ao vento.
Tímido, David corou apenas com a aproximação da dama, mas bastou uma troca de olhares, azul chocando-se com cinza, dois ou três sorrisos e algumas palavras ditas de maneira certa, e tudo aconteceu.
Uma noite apenas, David apaixonou-se, e como em um dos romances que amava ler, nunca mais a viu.
Ela contou o que era e ele a compreendeu, mas nunca mais foi o mesmo.
Apenas aquela noite foi suficiente para que nove meses depois, as gêmeas Abbey e Santanna aparecessem em sua porta com um bilhete de sua mãe.
E acredite, meu caro, as pequenas Duchannes não podiam ter aparecido em uma noite mais tempestuosa.
A casa branca, rodeada por uma grande varanda e à beira mar, parecia chacoalhar com toda aquela tempestade. As janelas não paravam fechadas, as cortinas ricocheteavam molhadas pela chuva e as velas não permaneciam acesas por um único segundo, devido ao vento.
Se você espera que eu diga que os trovões cessaram, que a tempestade acalmou e que lá fora, na praia, as ondas deixaram de quebrar violentamente contra as rochas, sinto muito, mas irei lhe decepcionar.
Na verdade, nem mesmo o choro rouco e fraco das pequenas pode ser ouvido.
Talvez eu devesse contar que a infância de Abbey e Santanna não foi uma das melhores.
Poucos dias depois que David as encontrou, as rejeitou e as colocou para a adoção. Mas as pequeninas eram adoráveis, e foram adotadas poucos dias depois.
Eu poderia descrever todos os sentimentos que ambas sentiram, assim como os problemas que arranjaram (e quantos foram!), mas isto levaria um longo tempo.
Portanto, vou diretamente para a manhã em que tudo mudou de ruim, para incontrolavelmente estranho.
Naquele dia, um dia comum, Los Angeles estava impressionantemente calma. Calma demais.
O céu era de um azul intenso, e o mar, que podia ser visto de toda a extensão da varanda que circundava a casa, quebrava lenta e pacificamente nas rochas.
Tudo o que se podia ouvir era o som das ondas que chegavam sorrateiramente na praia e o piar das gaivotas no píer. Isso e os gritos estridentes de Amélia, que vinham da cozinha, chamando as gêmeas e seu filho biológico para o café da manhã, sob o pretexto de que se atrasariam para o colégio.
Panquecas, escovas de dente, e longos duelos com os cabelos revoltos depois, as meninas deixaram a casa.
A Escola Secundária de Los Angeles não era a maior nem a melhor, mas era uma das únicas que as a aceitaram, mesmo com todos os “entretanto” e “porém” que as acompanhavam. Quando digo isso, quero dizer problemas e confusões.
Bem, naquela manhã as aulas dos primeiros períodos passaram tranquilas e entediantes. A aula seguinte seria de álgebra, com a Srta. Kaligaris.
Álgebra para duas garotas com problemas de atenção não era nada fácil. Mas não foi preciso se preocupar com os cálculos naquela aula, afinal, assim que a professora entrou na sala, ajeitando os óculos em seu devido lugar, e cruzando os braços olhou fixamente para as meninas, e elas souberam que a provisória calmaria iria por água abaixo.
- Senhoritas Fontaine, queiram acompanhar-me até a sala da diretora. Um assunto muito sério deve ser tratado com urgência.
Estas foram as palavras que deram início ao pandemônio que se seguiu.
Sem nada entender, as Fontaine caminharam pelos corredores repletos de armários minúsculos, trocando olhares cúmplices, rumo a um destino que ia além da sala da diretora, um destino desconhecido e muito, muito maluco.
A diretora as esperava em sua sala, enquanto era servida por sua secretária rechonchuda e carrancuda, que despejava café em uma xícara lascada.
Srta. Kaligaris também entrou, e depois das gêmeas entrarem fechou a porta, e silenciosamente a trancou.
A diretora levantou-se e começou a caminhar de um lado ao outro. Foi assim que tudo de fato começou.
- Não há mais lugar para vocês aqui.- foram as palavras despejadas sobre as irmãs, em um tom tão áspero quanto uma lixa.
A dúvida das gêmeas era quase palpável, e a frase tão costumeira, que sempre voltava a escapar da boca de ambas, novamente surgiu.
- Estamos sendo expulsas? Pelo que, exatamente?
As três mulheres riram em uníssono, um som estridente, que fez calafrios percorrerem suas espinhas.
- Não, não. Não estão sendo expulsas da escola. Estão sendo expulsas da Terra. Não há lugar para criaturas podres como vocês. Deviam ser banidas para o Tártaro, proles sujas e bastardas.
As últimas palavras foram pronunciadas como um sibilar, e num instante, as três mulheres, a diretora, a secretária e a professora se transformaram em criaturas horrendas, com asas de morcego, rosto transfigurado, como uma mistura de Smeagol com grandes dentes tortos, e um hálito de algo em estado de putrefação.
Suas mãos eram garras, e estas pareciam coçar para ter uma das Fontaine presas a elas.
Santanna gritou, e afastou-se em direção à porta, mas ao notar que estava trancada, gritou ainda mais.
Abbey, por sua vez, abaixou-se, desviando de uma das criaturas, agarrou uma das cadeiras, e lançou contra outra besta, que guinchou e se contorceu por um instante.
Santanna estava caída, cobrindo o rosto com as mãos, tentando livrar-se das garras afiadas.
Abbey, avançou sobre a criatura, puxando suas asas nojentas, mas foi afastada por outro Smeagol voador.
Com um baque, a porta se abriu, e por ela, sua mãe adotiva entrou.
“Seria um pesadelo?” pensava Abbey, acertando um globo de neve no rosto da criatura que a prendia.
Com um soco, Amélia libertou Santanna, que parecia em estado de choque, e tirando Abbey às pressas da sala, pôs-se a correr, com ambas as meninas presas em seus braços.
Sinto dizer-lhe, que não para por aí. Sem tempo para explicações, correram para fora do colégio, mas as criaturas estavam logo atrás.
Em um rasante, seguraram Santanna, e levaram-na consigo, aos berros, e logo ela desapareceu de vista.
Abbey não estava fora de perigo, no entanto. Gritando a plenos pulmões por sua irmã, foi arranhada, e derrubada por uma das bestas, e com outro soco, sua mãe a livrou.
A menina não pode ver de onde ela tirou aquilo, mas ela tinha um bastão em mãos, e com um único movimento, mandou a criatura para longe, com um guincho.
Os olhos de Abbey estavam marejados, e tudo o que a menina conseguia pensar era em sua irmã.
Às presas, e contra a vontade de Abbey, correram de volta para casa, onde encontraram Gregory.
- Descobriram-na. - Foi tudo que Amélia disse, antes de Gregory correr pela casa, jogando roupas e pertences da menina em uma grande mala.
Devo dizer, que desde então tudo foi caos.
- Você deverá ser forte, e confiar em sua tia, querida. Faça isso por mim. - disse Amélia, com a voz embargada, segurando a única filha em seus braços. - Eu te amo, minha pequena corujinha.
Com o ombro ardendo pelo arranhão, o coração apertado por ter perdido sua irmã sem poder fazer nada, e a mente atulhada de pensamentos, Abbey fugiu e uma hora depois, estava em um avião, rumo a New York.
Ao chegar em New York, foi para a casa de sua tia biológica, Katherine, que contou a Abbey o que ela era. Não saberei dizer o que foi que a menina sentiu, e acredito que ela mesma não tenha entendido. Mal conseguiram conversar direito, pois a casa fora atacada por mantícoras. Sua tia a enfiou em um carro e partiu com ela para Long Island. Alguns minutos de viajem depois, o carro fora novamente atacado pelas mesmas criaturas que levaram sua irmã.
Abbey foi pega por uma das criaturas, que fincou sua garra em seu ombro direito, fazendo uma dor lacerante invadir o corpo da menina, que ainda assim se contorcia.
Ela não morreria como sua irmã. Ela viveria por ela. E se vingaria.
Katherine lançou uma das malas na galinha gigante, que guinchando soltou a menina.
Com um baque, Abbey caiu no chão, com a cabeça rodando, com pequenos pontos pretos em seus olhos. Se levantou lentamente e entrou novamente no carro. Sua tia entrou logo depois e voltou a dirigir. Antes mesmo de que pudessem atravessar a ponte, as criaturas empurram o carro para baixo da ponte. Antes de perder a consciência, a última coisa que viu foi o rosto de uma linda mulher com a pele azul.
Não sei ao certo quanto tempo depois, a garota abriu os olhos, no topo de uma colina, nos braços da mulher de pele colorida.
- Aqui você estará segura. Aqui será seu novo lar.
Ela passou por um grande pinheiro, e logo, seus olhos se fecharam novamente, mas não sem antes uma lágrima rolar pelo seu rosto.





Última edição por Abbey McCready Fontaine em Dom Dez 22, 2013 4:09 pm, editado 1 vez(es)
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Re: [FP] Abbey McCready Fontaine

Mensagem por Atena em Qui Dez 19, 2013 5:57 pm

Ficha aceita




Adorei seu tipo de descrição,é interessante e estimula a ler.Seja bem vinda,Filha,e espero que se divirta muito aqui.
Atenciosamento,Athena.

( © HUNTER. )



Última edição por Atena em Sex Jan 03, 2014 6:29 pm, editado 1 vez(es)


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Re: [FP] Abbey McCready Fontaine

Mensagem por Afrodite em Dom Dez 22, 2013 9:04 pm




Erro corrigido.

Ficha Aprovada.

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