[FP] Angelline Foster Vincenti

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[FP] Angelline Foster Vincenti

Mensagem por Angelline Foster Vincenti em Dom Jan 05, 2014 9:26 am



Ω  Ficha - Semideus  Ω

Nome Completo do Personagem: : Angeline Foster Pendragon Vincenti
Nacionalidade & Naturalidade: Florenza, Itália
Idade e Data de Nascimento: 17 anos – 17/11/1996.
Sexo: Feminino.
Orientação Sexual: Bissexual.
Características Físicas: Angeline é uma adolescente com curvas nos lugares certos, cabelos tão escuros quanto os olhos, que praticamente refletem a malícia e a frieza dela. Tem maçãs do rosto evidenciadas, junto com uma delicadeza e leveza invejáveis. O seu porte físico é o atlético, com pernas bem torneadas e braços com fracos traços de músculos usados. O seu sotaque tem um quê de italiano, apesar de ter aprendido inglês desde pequena.
Características Psicológicas: Se tivesse que descrever Angeline com apenas uma palavra, esta seria ‘manipulativa’.  Apesar de seu apelido favorito ser Angell, sua personalidade é exatamente o contrário do comportamento dos famosos seres angelicais. Ela sabe que é bonita e várias vezes toma vantagem disso. Quando a questão é decidir um lado, ela não o faz; resolve fazer um: o seu próprio. Imprevisível, tem sempre um Plano B na cabeça, já formado e pronto para ser realizado e, caso este não dê certo, há um Plano C, e um Plano D, e assim vai. Pode fazer qualquer coisa para sobreviver, inclusive ser usada por segundos, mas, diferentemente de como muitos acreditam, ela é – na grande maioria das vezes – a que está no controle. Com tudo isso, pode ter vários inimigos/as, mas não importa-se, na verdade. Apesar de muitos a acharem uma vadia, a semideusa pode ser legal – nos seus próprios quesitos –, mesmo que não mostre esse seu “lado” muitas vezes. Tendo mais conhecimento do que deixa os outros pensarem, Angeline é sedutora e pode ser extremamente corajosa quando lhe convém, mesmo que isso signifique “sair das sombras”.
Sangue: Grego.
Filiação

    Mãe: Maryanne Foster Pendragon Vincenti[MORTA]
    Padrasto: Ryan Gerrard Pendragon Vincenti [VIVO – MORA COM O FILHO DA ITÁLIA]

Irmãos [filho de Maryanne & Ryan]

    Lucian O mais velhos dos três, com 22 anos [VIVO – ITÁLIA]

Sobre eles:

    Já foi evidenciado, nos dois itens acima.

Parente Olimpiano: Perséfone



Historia do Personagem
.

Mary é uma corna! Angell é uma bastarda!, Essas eram as cantigas que as crianças da rua – as garotas, no geral – cantavam sempre que viam Angeline. Se era verdade? Claro. Ryan, o homem mais honorável e nobre da pequena cidade (para os não eram da família), havia traído sua amada esposa. A notícia era grande. E, em uma cidade do interior da Itália, fofoca é o passatempo favorito de qualquer morador. Claro que, com isso, as crianças algum dia acabam sabendo. E crianças, com sua vasta imaginação e o tédio corrompendo suas mentes, podem perder o que um dia foi inocência e usar o tempo de sua infância – que mais tarde iriam sentir falta – para excluir a garota que logo iria ser a perdição de todos os moradores da cidade.
As garotas qualquer um com olhos poderia ver o motivo da gozação; Angeline era linda. Os meninos não conseguiam desviar os olhos. Mesmo com cinco anos, ela podia fazer qualquer um curvar-se e fazer suas vontades. O que muitos adultos achavam ser o enigma era: “Por que os garotos também?”. A resposta era mais simples do que desconfiavam. Quando um começa, todos vão com a onda. Obviamente, não eram todos que iam com a onda. Como era excluída de qualquer grupo feminino, a menina achou que a solução seria isolar-se com uns poucos iludidos.
E assim foi.
Cresceu tendo como companhia três meninos, que foram escolhidos a dedo, e o irmão, Lucian. Isso somado ao fato de que o pai era o mais rico da pequena cidade, a menina pensou que tinha tudo. Até que não tinha.
Apesar de ser a maior “filhinha do papai”, sendo o maior orgulho de Ryan e conseguindo qualquer coisa que pedisse, ela não percebeu um terceiro elemento; Maryanne. Depois de várias discussões com o marido – causadas por Angeline –, a mulher percebeu que seu marido não a amava mais. Assim, concentrou todo o seu ódio na causa (ao seu ponto de vista): a menininha que acabara de fazer dez anos.
O pai, cego de felicidade e ocupado com os preparativos para a festa de aniversário da pequena (porque, de acordo com ele, “Dois digitos na sua idade é coisa grande, então merece uma grande comemoração), não enxergou os esquemas de sua mulher. Esta, por sua vez, carente por atenção, tinha seu ódio alimentado a cada gesto de Ryan.
Angell – como logos passou a ser chamada pela sua “turminha” –, a esta altura, já conseguia perceber a raiva que sua madrasta tinha, mas tentava não se importar tanto, falando a si mesma que não era nada, que era apenas uma fase.
Como estava errada.
Na manhã de seu aniversário, foi tirada da cama com um saco na cabeça. Recebeu socos, chutes e drogas injetadas direto na veia. Ela chorava, implorava, gritava por socorro, mas ninguém apareceu. Ouviu gargalhadas, zombações... Isso acabou com ela. Achou que nunca tivera sofrido tanto. De novo, ela estava enganada.
Uma hora depois do rapto, um dos ‘bandidos’ decidiu que ela era “gostosa demais para deixar passar, mesmo que tivesse dez anos”. Assim, no segundo seguinte, ela foi violentada. Por três homens. Risadas, corpos tocando-se e saliva sendo expelida eram as únicas coisas que pudia-se ouvir no quarto, além do choro da garota. E, ao darem-se por satisfeitos, eles foram embora. Deixaram o corpo moribundo dela na porta da casa, com a camisola de dormir aos pedaços.
O pai a encontrou, voltando para casa, exausto após de ter dado queixa na polícia. Desesperado, foi para um hospital, onde Angeline teve que chamar de ‘casa’ por uma semana. Fizeram tratamentos nela, ela começou a ir em uma terapista todos os dias, mas não ficava melhor. Psicologicamente, é claro. Todos entendiam.
Ryan chegou no fim do mesmo dia, carregando uma caixinha embrulhada. Era uma pulseira, daqueles tipos que o propósito é enchê-la de diferentes pingentes. Seu rosto estava banhado em lágrimas e, aos prantos, explicou que a cada ano eles podiam colocar um pingente a mais.
Ela tentou aparentar ser forte. Tentou falar que estava tudo bem. Ela tentou. O resultado foi dois enfermeiros segurando-a contra a maca, injetando um calmante na corrente sanguínea. Angell colocou o presente e nunca mais tirou.
Quando voltou do hospital, parecia outra pessoa. Estava distante, fria, incansável. Ninguém mais falava com ela, exceto um garoto. Era de sua “turminha”, chamado Will. Apesar dos apelos de sua mãe para que se afastasse, o menino continuou a ser seu amigo, sendo o único com quem ela podia desabafar – ou quase isso. Enquanto isso, Maryanne fazia de tudo para continuar com Ryan.
Ela era culpada, obviamente, mas ninguém sabia. Era seu segredo. Até que deixou de ser.
Um dia, uma Angeline de dez anos e meio brincava de esconde-esconde com Will e resolveu esconder-se no escritório de sua madrasta. Ao esbarrar no mouse do computador, acabou vendo um email acusador. Ele denunciava a mulher. No dia seguinte, Maryanne caiu das escadas. Quebrou o pescoço na queda.
Quem achou seu corpo foi a garota de dez anos e meio.
Ninguém viu seu sorriso obscuro. Mais tarde, quando o pai foi mexer no computador da falecida esposa, viu o email aberto. É pouco dizer que o homem ficou bravo. Ele virou um verdadeiro animal. O filho, Lucian, tentou acalmá-lo, apenas para ser mandado embora do quarto. Assim, o irmão e a garota ficaram escondidos na sala, tentando ignorar o barulho de móveis sendo quebrados e gritos sendo soltados de uma forma enlouquecedora.
Quando acordaram, perceberam o silêncio. Ao subir as escadas da casa, depararam-se com o pai chorando, largado na cama.
No ano seguinte, Lucian foi embora para um internato. Pretendia ficar lá até completar os estudos. Assim, ficaram apenas Angell e Ryan. A relação dos dois, porém, não era mais a mesma. Ele se culpava pelo o que acontecera com a filha, pois fora muito cego para não perceber sua falecida esposa tramando. Dominado pelo sentimento, o pai mandou a filha embora.
Ela foi morar nos Estados Unidos. E foi quando os problemas começaram.
A antiga garota de ouro do papai começou a... Ver coisas. Monstros. Muitos deles atacavam. E ela teve que aprender a se defender. Encontrou outro que era um semideus. Filho de Hermes. Ele a ensinou tudo o que sabia – que não era muito –, o que fez uma grande diferença na questão de vida & morte dela.
Eles viraram amigos. Seu nome era Robert. Os dois logo tornaram-se ‘famosos’ no colégio. Ela era conhecida como “A Vadia”. Ele, “O Ladrão”. Costumavam falar que eram o “Casal Desajustado”.
Apesar de que muitos dos garotos gostariam de estar na pele dele, estes também não poupavam nas gozações. As meninas, por outro lado, eram mais sutis, mesmo que igualmente más. Foi com elas que Angeline aprendeu a arte da humilhação, uma das ‘armas’ mais importantes no mundo feminino.
Quando via um monstro, alertava Robbie. Juntos, os dois acabavam com ele, e vice-versa. Os que eles derrotavam, porém, eram pequenos, não requeriam grandes dificuldades para derrotar um deles.
Claro que para adolescentes de quinze anos, isso não era importante. Eles sentiam-se invencíveis.
Não demorou muito para que se apaixonassem. O garoto a amava, não importava seu passado. E ela o amava. Ele queria fugir, recomeçar a vida. Ela iria junto.
Tudo estava pronto. As malas, as passagens, o dinheiro. E então, ele morreu. Simples assim. Assassinado por três homens, quando estes foram roubar os dois. Quando um deles tocou em Angell, Robbie reagiu.
Ele morreu nos braços delas.
Mais quebrada do que já fora, Angeline isolou-se do mundo por uma semana, de luto. Não compareceu no velório. Visitou o túmulo posteriormente. Deixou peônias lilás, já que haviam sido estas que ele havia lhe dado quando a pediu.
Não parava de mexer na sua pulseira, que já tinha cinco pingentes. Dois de seu pai, um de Lucian e dois de Robbie.
Quando voltou, deu reais motivos para que a chamassem de “Vadia”. Além de ser a responsável por diversos ‘incidentes’ no lugar, ela ainda ferrava com qualquer um que entrava em seu caminho. Nunca deixava provas, mas qualquer um sabia que havia sido ela.
Alguns diziam que entendiam. Outros, diziam que ela estava sendo uma mimada. Ela não se importava.
Sua rotina era simples e fácil de ser seguida. Escola, monstros ocasionalmente, apartamento. O número desses do meio havia crescido. Robbie havia dito que isso aconteceria. Tudo porque ela sabia que era uma semideusa agora. Ela chorava quase todas as noites.
Isso tudo durou um ano, até que esbarrou com um sátiro, um de muitos, pelo o que ele falara.
Ele a levou para o Acampamento.
Apesar de finalmente estar onde pertencia, ela não estava feliz. Tinha raiva. Todos adoravam os deuses lá. Bom, onde eles estiveram quando ela precisou? Onde eles estiveram quando Robbie precisara? Onde sua mãe esteve? Nenhum deles importava-se com ela.
E agora, só porque ela sabia quem era sua mãe, ela deveria sentir-se feliz? A amargura era grande. O ódio, porém, era maior ainda.


Chegada ao Acampamento
.

Obs.: Esta parte será escrita em uma Linha do Tempo, pois achei que seria mais prático.
19 de Abril, 2012
Tem certeza disso?, Angeline falou, em um tom inseguro, enquanto deitava no colo dele. Claro, Robbie respondeu, tentando acalmar a garota, com algumas carícias no cabelo da mesma. Olha, eu andei juntando os fatos que acabei encontrando. Tudo indica que tem sim alguma lugar onde podemos viver em segurança.Espero que sim, foi ouvido por ele. No segundo seguinte, ela dormia em seus braços.
Ele encostou a cabeça na parede. O que deveriam fazer? A ideia de um lugar seguro era ótima, mas ele gostava de ficar à toa o tempo inteiro com ela. Fechou os olhos e dormiu.

27 de Setembro, 2012
Vamos, mãos para cima, passem tudo o que vocês têm, foi rosnado no ouvido de Angell, que encolheu-se de medo. A situação inteira lembrava-lhe de um trauma de infância. Mordeu o interior da bochecha e, lançando um olhar pelo canto dos olhos para Robbie, esvaziou os bolsos, deixando em evidência seu celular e sua carteira.
O garoto fez o mesmo.
Um dos assaltantes encostou a arma na cabeça dele. Fez um movimento com a cabeça para o volume no bolso. E aquilo?, ele não respondeu por um instante. Depois, falou, o mais calmo que conseguiu Olha, leva as carteiras e os celulares, okay? Deixa isso ‘pra lá.
Tarde demais.
Os dois ladrões já haviam virado sua atenção para ele, esquecendo momentaneamente da morena. Um deles enfiou a mão no bolso da calça para ver o que era. Robbie não fez nenhum movimento para impedi-lo. Até mesmo ele sabia que não era bom meter-se com armas.
Ela, porém, percebeu que ele não queria. E tentou reagir. Como foi burra. Um dos homens não gostou. O som que todos ouviram depois foi de dar dó.
Ele havia dado um tapa na cara dela. Um forte o bastante para fazê-la cair ao chão, com o rosto ardendo e anormalmente vermelho.
Robert reagiu.
Conseguiu dar uns socos, mas quando o assaltante disparou a arma, nem mesmo ele conseguiu desviar.
Morreu com o tiro. Conseguiu sussurrar umas poucas palavras para ela, mas depois se foi, segurando o braço dela.
Quando Angelline abriu a caixinha, desabou no chão.
Era uma aliança, com um pequeno diamante no topo.
Ele ia pedir. E ela iria aceitar. Mas agora era tarde demais.

27 de Setembro, 2013
Eu te amava, Robbie. Desculpe por ter sido uma idiota naquela noite, aos prantos, a garota deixou um buquê no túmulo dele. Era um dia ensolarado, muitas pessoas estariam no campus da escola, divertindo-se.
Ela não.
Continuou lá por mais alguns minutos. E, pelo canto dos olhos, viu que tinha alguém ali com ela. Antes de virar-se, limpou os olhos. Quem é e o que está fazendo aqui?, rosnou. Parecia outra pessoa. Apesar de estar com olhos vermelhos do choro e aparência de alguém doente, ainda conseguia ser imponente aos olhos de qualquer um.
Um menino saiu de trás de uma das várias árvores que o cemitério continha. Era alto – mais alto que a média – e vestia roupas largadas, talvez de três números a mais do que o dele. Na cabeça, estava um boné, que escondia a maior parte da cabelereira. Quando falou, sua voz saiu hesitante, culpada. Desculpe pela espionagem. É... Meu nome é Joshua. Sou um calouro aqui, na verdade. Vim por sua causa. Ela quase mandou-o embora.
Quase.
[i]”Por minha causa”. O que isso significa, Joshua?
, sua voz havia mudado de tom. Era macio, delicado. Sua postura também havia mudado. Toda a tensão havia sido perdida. O sorrisinho de malícia estava ali, e os olhos voltaram a serem implacáveis, frios.
Eu sei que você sabe sobre sua verdadeira natureza. Talvez é por isso que seu cheiro é mais forte que os da maioria. Se ela surpreendeu-se, não demonstrou. O único sinal aparente de qualquer surpresa foi um leve arregalar de olhos, imperceptível a qualquer olhar não treinado. Revirou a cabeça em busca dos “três passos para despistar estrahos que sabiam mais do que deveriam”, por Robert L’Fontane.
Passo 1: negar tudo. Cheiro? Verdadeira natureza? Olha, acho que você estava enganado, levantou as mãos, em um gesto de “eu me rendo”. Ele parecia quase entretido. Quer negar? Acha que eu não sei sobre os monstros também? O que foi na semana passada mesmo? Uma mulher com pernas de cobras, não é mesmo?. Droga.
Ele sabia. Os “Três Passos” teriam que ficar para a próxima.
Angell se aproximou dele, cuidadosa. Se fosse mais uma armadilha, ela tinha que estar pronta. Respirou fundo. Okay, fala tudo o que você sabe, e talvez, no final, eu conte a minha história.

30 de Novembro, 2013

Quando partimos? Convencê-la havia sido difícil. Mas, quando ela se lembrou dos sonhos que Robbie tinha, cedeu facilmente. A cada vez mais haviam mais monstros aparecendo. E uma semideusa sem ideia de sua descendência e um sátiro não seriam o bastante para pará-los para sempre. O mais rápido possível. Quanto mais você sabe, mais monstros vai atrair. Eu estava pensando em irmos amanhã de manhã, foi a resposta. Apesar de conhecê-la melhor, ele ainda tinha um medo secreto nutrido com razões dela.
As histórias sobre Angelline que corriam pelos corredores eram capazes de fazer qualquer um ficar de cabelo em pé.
A morena assentiu e foi embora. Joshua ficou ali, sentado. O que ele estava fazendo era ou não uma boa ideia?

7 de Dezembro, 2013
MAIS RÁPIDO!, ela gritou, alto o bastante para que alguns campistas da fogueira fossem atrás do barulho. A razão havia sido o sátiro, que estava correndo de um cão infernal. Os dois haviam enfrentado dracaenae, ums duas ou três harpias, mas nunca um cão desse porte. Ele era grande, sem dúvidas.
Quando enfim chegaram no pinheiro, pensando que estavam à salvo, o monstro saiu das sombras das árvores e atacou.
Tentou morder Joshua, mas este conseguiu escapar, puxando ela, que havia tropeçado para cima, para dentro dos limites.
Claro que tudo deu errado quando o cão conseguiu pegá-lo. Joshua gritou VÁ! Eu o distraio o quanto puder!, enquanto isso, dava uns chutes desajeitados no focinho.
Ela hesitou.
A esta altura, uns três campistas já haviam chegado à batalha e um deles jogou-lhe uma espada, enquanto os outros dois partiam para a briga. Ela sabia que deveria lutar, tentar derrotar a fera.
Mas se o fizesse, não seria Angelline. Tentando desviar os olhos da atrocidade que era feita ao sátiro, cravou a espada no chão e foi embora, caminhando para a proteção da barreira. Os gritos de socorro ainda podiam ser ouvidos, mas ela escolheu não ouvi-los. Pôde sentir os olhares acusadores de seus novos colegas, mesmo que não ligasse.
Mais tarde, naquele mesmo dia, Quíron comunicou a todos sobre a morte de um sátiro, Joshua. Apesar de ele ter falado que esta havia sido causada por um cão infernal – já morto por segundos –, a verdadeira causa era óbvia, e ele deixou isso claro aos mais perceptivos.
Em nenhum segundo do discurso ele deixou de olhar para Angelline.



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Re: [FP] Angelline Foster Vincenti

Mensagem por Afrodite em Dom Jan 05, 2014 10:41 am




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