Adoriabelle E. Clement

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Adoriabelle E. Clement

Mensagem por Adoriabelle E. Clement em Qui Jan 16, 2014 12:18 pm



Ω  Ficha - Semideus  Ω

Nome Completo do Personagem: Adoriabelle Evangeline Clement
Nacionalidade & Naturalidade: França, La Celle
Idade e Data de Nascimento: 16, 04/04/1997
Sexo: Feminino.
Orientação Sexual: Bissexual.
Características Físicas: De pele clara, Adoriabelle tem grandes olhos verdes e lábios carnudos. Tem longos cabelos loiros e ondulados, que emolduram seu rosto fino e delicado. Tem mãos longas e finas, mãos de pianista. É magra e não muito alta, considerada uma das mais baixas de sua família adotiva. Tem leves covinhas em suas bochechas e, quando sorri, as maçãs de seu rosto evidenciam-se. Seu cabelo geralmente está solto e um pouco bagunçado, mas nunca perdendo o brilho loiro dos fios.
Características Psicológicas: Adoriabelle é um pessoa calma e raramente se irrita, mas quando se irrita é capaz de matar alguém. É piedosa demais com as pessoas, isso lhe causa problemas frequentemente. Nunca teve problemas psiquiátricos e nem nunca frequentou algum psicólogo, mesmo após ter descoberto que era adotada. Aceita tudo com facilidade, por mais que digam que alguém morreu. É cínica com quem não gosta e consegue sentir o sarcasmo antes mesmo que passe pelas cordas vocais de alguém.
Sangue:Romano.
Filiação Desireé Devereux Clement e Marcus Devereux Clement
Irmãos Aimeé Sophie Clement
Sobre eles: Todos vivos. Os pais moram em La Celle e Aimeé estuda em um internato nos Estados Unidos.
Parente Olimpiano: Vulcano



Historia do Personagem
.

Adoriabelle nasceu numa tarde quente de Outono, às 15:47. Seus pais chegaram em casa com um bebê prematuro no colo, que provavelmente não tinha futuro, mas Desireé sempre afirmava:
- Ela sobreviverá, eu sei que vai.
Com o passar dos anos, Belle cresceu e se tornou uma garota amável e bonita. Quando tinha apenas 7 anos, sua irmã, Aimeé (apenas um ano mais velha que Adoriabelle), estava brincando com a caixa de ferramentas de Marcus quando martelou no próprio dedo um prego. Como os pais estavam trabalhando, Aimeé correu até Belle e pediu para que ela fizesse alguma coisa. Sem pensar duas vezes, pegou a caixa de primeiros socorros e de lá tirou uma pinça cirúrgica. Colocou-a em uma panela de água quente por alguns minutos e, logo depois, sentou-se ao lado da irmã. Tirou o prego com cuidado enquanto Aimeé quase desmaiava de dor. Passou álcool na ferida e depois a enrolou com gaze, finalizando assim seu primeiro ato médico.
Após alguns anos, quando Aimeé e Belle tinham, respectivamente, 14 e 13 anos, os pais das garotas começaram a brigar constantemente, como se algum segredo fora descoberto. Trancavam-se no quarto e ouviam inúmeras vezes a palavra "vagabunda" e "traição", nunca entendendo exatamente o por quê. Nesse mesmo ano, Marcus e Desireé resolveram separar-se, ficando assim as meninas com a mãe e o pai com a casa. Mudaram-se para um pequeno apartamento perto da prefeitura, o único com um aluguel razoável. Quando finalmente se acomodaram no local, Desireé chamou as meninas para conversarem.
- Acho que a pergunta que vocês têm é o motivo da separação.
Aimeé havia chorado por dias e noites, enquanto Belle apenas sorrira e pensara "É apenas um novo começo".
- O pai de vocês e eu éramos muito apaixonados na época em que tivemos você, Aimeé. Você foi uma gravidez de risco, o que nos deixou mais unidos do que nunca. Mas um ano depois, era como se nós não nos amássemos mais, como e algo nos impedisse de sentirmos carinho um pelo outro, então resolvemos ter uma breve separação. Com isso, ele conheceu outras mulheres e dormiu com várias delas, enquanto eu conheci um, e apenas um, pelo qual senti atração e vontade de começar de novo.
Fez-se um silêncio desconfortável enquanto Aimeé começou a roer suas unhas. Desireé suspirou.
- Com ele mantive uma relação rápida e foi ele o único homem com o qual me deitei além de seu pai. Ele é o pai verdadeiro de Belle.
A garota sorriu.
- Mas, mãe, eu pensei que ia dizer que eu era adotada, afinal sou a única loira da família.
A mãe trincou os dentes e mordiscou de leve seu lábio inferior.
- Esse homem havia conhecido uma mulher, uma linda mulher, alguns anos antes. E com ela ele desejava ter um filho. - seus olhos começaram a ficar embaçados. - E pediu de um jeito que só ele teria: "Fique com o filho dela, ela não poderá cuidar dele", e eu aceitei. Não pude dizer não a ele, era impossível. Então assim eu voltei com seu pai, dizendo que amava-o. Fiquei grávida um mês depois da mulher que aceitei cuidar do filho, então obviamente eu teria que dar um jeito de ter um filho prematuro. Depois de oito meses, a mulher entrou em trabalho de parto e o homem me ligou, pedindo para que eu fosse ao hospital imediatamente e que ele cuidaria de tudo. Então fomos ao hospital, seu pai desesperado com a filha que iria nascer de maneira prematura. A mulher teve uma menina muito pequena para a idade dela, o que facilitou bastante a falsificação de nossa filha. Ficamos com a filha dela e a nossa filha... Nossa filha demos para a adoção.
Aimeé ficou chocada, mas permaneceu calada.
- Então quem é meu pai e minha mãe, Desireé? - perguntou Belle, ficando um pouco séria.
Ignorando a pergunta, a mãe continuou:
- Fomos muito felizes, mas com o passar do tempo Marcus começou a notar que você, Belle, não tinha nada a ver conosco. Esse ano finalmente resolvi contar a ele e... Vocês já sabem o resto.
Aimeé abraçou a irmã e foi em direção de seu quarto, onde foi possível ouvir seus choros.
- Desireé, quem são meus pais?
A mulher deu um sorriso preocupado.
- Nunca soube o nome dela... Mas seu pai... - olhou para os lados, como se procurasse algum intruso na casa. - Seu pai é um deus, Adoriabelle, seu pai é Vulcano.
Após esse dia, Belle começou a ver a vida com outros olhos. Sentia-se maravilhada em ser uma semideusa, adorava essas histórias. Aimeé e Belle adoraram a novidade e conversavam horas sobre como salvar alguém de algum monstro mitológico. Quando fizeram 16 e 17 anos, sua mãe as mandou para os Estados Unidos, onde iriam para um internato. Arrumaram suas malas em menos de dois dias e, já no terceiro, resolveram que iriam viajar sem a mãe, para poderem sentir-se livres. Assim que pousaram os pés no Aeroporto de São Francisco, onde ficava o internato. Ao chegarem no aeroporto, foram recebidas por duas mulheres: Matilda e Lupa. E foi assim que descobriram que iriam para lugares diferentes. Matilda levou Aimeé para o Internato, enquanto Lupa levou Adoriabelle para um túnel que a garota nunca ouvira falar. O túnel era longo, mas para Belle aquilo era apenas uma aventura. Sabia que iria para um lugar onde teriam pessoas como ela, podia sentir isso.


Chegada ao Acampamento
.

Ao chegar no Acampamento, Adoriabelle ficou encantada. Havia vários jovens como ela, treinando com espadas, arcos e alguns apenas estavam sentados com uns papeis na sua frente, lendo.
- Antes de ser aceita aqui, você terá que fazer um teste, mocinha.
Pela primeira vez na vida, Belle sentiu-se intimidada.
- C-como assim un test? - falou com seu sotaque pesado.
Lupa olhou-a de cima a baixo.
- Terá que ser aceita em uma Coorte, só assim poderá permanecer aqui. Por enquanto estará aqui só de visita.
Após ter tomado um chá com biscoitos, Lupa levou Adoriabelle à uma arena, onde algumas pessoas lutavam. Sentiu-se um pouco mal ao ver várias pessoas lutando sem motivo algum, era ridículo.
- Eu irrei me sairr melhorr em algum lugarr sen lutas, Lupa. Porr favorr, me tirre daqui.
Lupa deu um meio sorriso e deu uma espada para Belle. A garota lutou com uma mulher mais ou menos da idade de Aimeé. Saiu-se bem, soube defender-se mas toda vez que machucava a garota, pedia perdão e assim acabou perdendo. Sentiu-se mal por ter batido em alguém que não havia lhe feito mal, mas tinha que impressionar seu pai, tinha que deixá-lo alegre. Foi visitar as forjas e viu varias pessoas fazendo flechas e apenas alguns fazendo escudos. Sentiu que ali era o seu lugar, nunca havia sentido-se tão em casa.


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Re: Adoriabelle E. Clement

Mensagem por Atena em Qui Jan 16, 2014 12:38 pm




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